"As suas emoções são escravas dos seus pensamentos, e você é escravo das suas emoções"
- Comer Rezar e Amar.
Facilmente deixo meus pensamentos atrapalharem minha vida, porque permito que minha mente seja contaminada por eles.
Parecia até que eu colecionava as minhocas que se acumulavam na minha cabeça. Ao invés de querer eliminá-las eu ia acrescentando umas novas, quando as antigas me cansavam, não é a toa que ficava com a cabeça cheia.
É difícil reconhecer quando um pensamento destrutivo começa a ganhar espaço, pois eu sou o tipo de pessoa neurótica que se apega a teorias do caos, que sente segurança no pessimismo, que se acusa/maltrata como forma de auto punição. É um tipo de masoquismo emocional. É como se minha zona de conforto fosse no sentimentalismo. Porque as vezes até a dor acha um jeito de ser confortável.
Meu ego gosta é de ver o circo pegar fogo, ai sou tomada pela impulsividade que acaba gerando a raiva. Depois fico com vergonha, por ter me excedido, por fim, acabo me punindo mentalmente por ter feito tudo errado. E nesse ciclo meus pensamentos só me desgastam.
Cuidar dos pensamentos é uma tarefa diária, policiar o que invade a mente é fundamental. Por anos eu fiquei presa aos meus pensamentos, pois não tentava cessá-los, nem mesmo sabia que tinha esse poder. Apenas me deixava ser conduzida pelas emoções que deles surgiam. Mas ler coisas como Osho me mostraram que tenho como mudar isso. Que só preciso me conhecer e estar atenta, pois a sensibilidade se desenvolve com a consciência, e estando consciente há como reconhecer aquilo que não merece atenção. Procuro questionar o que me levou a tal pensamento, como ele me afeta, que tipo de emoções eles causam, se estão de acordo com a pessoa que quero ser.
Não existe uma receita, você só precisa investigar aquilo que está dentro de você.
Meu caso: Alguém me diz algo e eu fico com raiva. Começo a questionar: "por que estou com raiva?" Disso vem uma resposta e depois disso vem novas perguntas, que me levam a perceber, que eu não estava com raiva pelo que a pessoa me disse, nem da pessoa em si, mas simplesmente porque eu tenho dificuldade de ser contrariada.
Porém é difícil reconhecer isso, pois os primeiros pensamentos nos levam a por a culpa sempre nos outros ou nas situações. É ai que a consciência tem de entrar em cena para separar as coisas.
Porque por mais que a Aline revire os olhos pro positivismo utópico, é necessário admitir que ser otimista torna as coisas mais leves. Dá pra reconhecer as falhas sem ser esmagado pelo perfeccionismo. Dá para achar alternativas. Mas pra isso é preciso exercitar a consciência.
Mudar a forma de pensar pode mudar a forma de se viver, e isso é uma das coisas, que quando meu ego não me atrapalha, eu tento praticar.
- Comer Rezar e Amar.
Facilmente deixo meus pensamentos atrapalharem minha vida, porque permito que minha mente seja contaminada por eles.
Parecia até que eu colecionava as minhocas que se acumulavam na minha cabeça. Ao invés de querer eliminá-las eu ia acrescentando umas novas, quando as antigas me cansavam, não é a toa que ficava com a cabeça cheia.
É difícil reconhecer quando um pensamento destrutivo começa a ganhar espaço, pois eu sou o tipo de pessoa neurótica que se apega a teorias do caos, que sente segurança no pessimismo, que se acusa/maltrata como forma de auto punição. É um tipo de masoquismo emocional. É como se minha zona de conforto fosse no sentimentalismo. Porque as vezes até a dor acha um jeito de ser confortável.
Meu ego gosta é de ver o circo pegar fogo, ai sou tomada pela impulsividade que acaba gerando a raiva. Depois fico com vergonha, por ter me excedido, por fim, acabo me punindo mentalmente por ter feito tudo errado. E nesse ciclo meus pensamentos só me desgastam.
Cuidar dos pensamentos é uma tarefa diária, policiar o que invade a mente é fundamental. Por anos eu fiquei presa aos meus pensamentos, pois não tentava cessá-los, nem mesmo sabia que tinha esse poder. Apenas me deixava ser conduzida pelas emoções que deles surgiam. Mas ler coisas como Osho me mostraram que tenho como mudar isso. Que só preciso me conhecer e estar atenta, pois a sensibilidade se desenvolve com a consciência, e estando consciente há como reconhecer aquilo que não merece atenção. Procuro questionar o que me levou a tal pensamento, como ele me afeta, que tipo de emoções eles causam, se estão de acordo com a pessoa que quero ser.
Não existe uma receita, você só precisa investigar aquilo que está dentro de você.
Meu caso: Alguém me diz algo e eu fico com raiva. Começo a questionar: "por que estou com raiva?" Disso vem uma resposta e depois disso vem novas perguntas, que me levam a perceber, que eu não estava com raiva pelo que a pessoa me disse, nem da pessoa em si, mas simplesmente porque eu tenho dificuldade de ser contrariada.
Porém é difícil reconhecer isso, pois os primeiros pensamentos nos levam a por a culpa sempre nos outros ou nas situações. É ai que a consciência tem de entrar em cena para separar as coisas.
Porque por mais que a Aline revire os olhos pro positivismo utópico, é necessário admitir que ser otimista torna as coisas mais leves. Dá pra reconhecer as falhas sem ser esmagado pelo perfeccionismo. Dá para achar alternativas. Mas pra isso é preciso exercitar a consciência.
Mudar a forma de pensar pode mudar a forma de se viver, e isso é uma das coisas, que quando meu ego não me atrapalha, eu tento praticar.
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