Hoje foi dia de tentar o ballet adulto. Eu ainda estou MUITO dolorida da aula de kung fu, o que foi avisado, mas mesmo nessas condições eu quis experimentar algo novo.
No post anterior mencionei que já tive problemas fazendo dança antes e isso me deixou apreensiva. Porém a aula de hoje foi bem positiva. Eu sou mesmo descordenada, mas.ainda assim a aula de balé foi bem proveitosa.
Vou começar com algo imprevisto. Ao chegar no estúdio de dança e me olhar naqueles espelhos enormes, ver como meu corpo de movimenta e estudar melhor minha postura, cheguei numa conclusão: preciso mesmo engordar! A finura do meu braço me incomodou demais. Coisa que eu andava ignorando, mas que definitivamente não tá bonito. Gosto de ser magra, mas esse aspecto esquelético dá pra ser melhorado e será.
Bom agora falando mais sobre a aula mesmo, eu gostei, foi bom que de alunas éramos eu e mais uma moça, então a professora dá uma atenção bem especial. Percebi que minhas maiores dificuldades são: postura e acompanhar os passos. Igualmente como foi no kung fu, demoro pra conseguir realizar instruções em sequência. Confesso que isso é bem desanimador e dá aquela impressão de que eu sou o tipo de pessoa que atrasaria a turma. Mas não sei ao certo, pois sou muito exigente comigo e nem sempre respeito meu tempo de aprendizado. Porém quanto mais difícil é lhe dar com essa frustração mais vejo que tenho mesmo é que insistir pra melhorar isso e me colocar sob pressão. Eu preciso aprender a ser determinada e não ficar me jogando pra baixo por não alcançar minhas expectativas, sem me dar uma chance e me empenhar pra valer. É um passo de cada vez, e eu tropeço pois sempre quero ir rápido demais.
Bom o positivo é que hoje eu estava mais tranquila sobre errar, e olha que errei muito. Creio que o espelho me ajudou bastante a ver o que faço de errado e me estimula a tentar de novo. No kung fu se tivesse um espelho desse ajudaria também pq uma das coisas que me frusta é errar e não descobrir quando começa o erro.
É não dá pra negar que o domínio dos movimentos do corpo não é meu forte. Mas senti na pele a importância de se desafiar a pisar fora da zona de conforto. Só fico com receio de insistir em algo que eu ache até legal, mas que não combine comigo. Pois também não quero me dedicar e no fim perder tempo.
Eu sei que se eu fizesse ioga/pilates possivelmente me sairia melhor do que num balé ou kung fu, pois das opções
são o que meu corpo responde melhor, e também por me identificar, porém não sairia tanto da zona de conforto. Naturalmente eu escolheria o mais fácil pra evitar a frustração. Alinices. Coisa feia.
Voltando ao desempenho da aula, balé cansa, mas não chega nem perto da canseira do kung fu. Achei tranquilo até. Mesmo dolorida consegui cumprir com o proposto e sinto que depois da aula sai até com o corpo melhor. É uma opção maravilhosa, e tem o benefício de não ser tão desgastante, o que não me deixaria ainda mais magra, coisa que me preocupa com relação ao kung fu.
Achei muito bom poder testar essas duas ideias de atividades, pois pude ver o quanto algo assim é necessário pra mim e o bacana é que não são monótonas e exigem um compromisso a longo prazo. Ambos tem aspectos úteis pro meu crescimento. Por isso vai ser muito difícil me decidir. Mas já sou muito grata por simplesmente ter aprendido tanto só por me propor a experimentar. Por fazer algo diferente e por finalmente dar importância a coisas que eu gosto mas simplesmente julgava "bobagem". Só esse despertar já fez tudo valer a pena. E meu Conselho é que TODO MUNDO devia arriscar de tentar fazer algo que goste, algo diferente, algo que te represente e/ou te desafie. Pois isso enriquece a vida e só nos faz bem.
No post anterior mencionei que já tive problemas fazendo dança antes e isso me deixou apreensiva. Porém a aula de hoje foi bem positiva. Eu sou mesmo descordenada, mas.ainda assim a aula de balé foi bem proveitosa.
Vou começar com algo imprevisto. Ao chegar no estúdio de dança e me olhar naqueles espelhos enormes, ver como meu corpo de movimenta e estudar melhor minha postura, cheguei numa conclusão: preciso mesmo engordar! A finura do meu braço me incomodou demais. Coisa que eu andava ignorando, mas que definitivamente não tá bonito. Gosto de ser magra, mas esse aspecto esquelético dá pra ser melhorado e será.
Bom agora falando mais sobre a aula mesmo, eu gostei, foi bom que de alunas éramos eu e mais uma moça, então a professora dá uma atenção bem especial. Percebi que minhas maiores dificuldades são: postura e acompanhar os passos. Igualmente como foi no kung fu, demoro pra conseguir realizar instruções em sequência. Confesso que isso é bem desanimador e dá aquela impressão de que eu sou o tipo de pessoa que atrasaria a turma. Mas não sei ao certo, pois sou muito exigente comigo e nem sempre respeito meu tempo de aprendizado. Porém quanto mais difícil é lhe dar com essa frustração mais vejo que tenho mesmo é que insistir pra melhorar isso e me colocar sob pressão. Eu preciso aprender a ser determinada e não ficar me jogando pra baixo por não alcançar minhas expectativas, sem me dar uma chance e me empenhar pra valer. É um passo de cada vez, e eu tropeço pois sempre quero ir rápido demais.
Bom o positivo é que hoje eu estava mais tranquila sobre errar, e olha que errei muito. Creio que o espelho me ajudou bastante a ver o que faço de errado e me estimula a tentar de novo. No kung fu se tivesse um espelho desse ajudaria também pq uma das coisas que me frusta é errar e não descobrir quando começa o erro.
É não dá pra negar que o domínio dos movimentos do corpo não é meu forte. Mas senti na pele a importância de se desafiar a pisar fora da zona de conforto. Só fico com receio de insistir em algo que eu ache até legal, mas que não combine comigo. Pois também não quero me dedicar e no fim perder tempo.
Eu sei que se eu fizesse ioga/pilates possivelmente me sairia melhor do que num balé ou kung fu, pois das opções
são o que meu corpo responde melhor, e também por me identificar, porém não sairia tanto da zona de conforto. Naturalmente eu escolheria o mais fácil pra evitar a frustração. Alinices. Coisa feia.
Voltando ao desempenho da aula, balé cansa, mas não chega nem perto da canseira do kung fu. Achei tranquilo até. Mesmo dolorida consegui cumprir com o proposto e sinto que depois da aula sai até com o corpo melhor. É uma opção maravilhosa, e tem o benefício de não ser tão desgastante, o que não me deixaria ainda mais magra, coisa que me preocupa com relação ao kung fu.
Achei muito bom poder testar essas duas ideias de atividades, pois pude ver o quanto algo assim é necessário pra mim e o bacana é que não são monótonas e exigem um compromisso a longo prazo. Ambos tem aspectos úteis pro meu crescimento. Por isso vai ser muito difícil me decidir. Mas já sou muito grata por simplesmente ter aprendido tanto só por me propor a experimentar. Por fazer algo diferente e por finalmente dar importância a coisas que eu gosto mas simplesmente julgava "bobagem". Só esse despertar já fez tudo valer a pena. E meu Conselho é que TODO MUNDO devia arriscar de tentar fazer algo que goste, algo diferente, algo que te represente e/ou te desafie. Pois isso enriquece a vida e só nos faz bem.
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